Como começar esta carta? Com um “Oi, minha melhor amiga desaparecida.”? Pois é. Temos andado bem distantes, mas olha, tu continuas a ser a minha menina. A menina dos meus olhos e do meu coração. Continuas a ser a minha melhor amiga. A minha vadia. A minhapequena. A minha coisa mais feia. A minha, sei lá, a minha. Apenas minha, embora nós já não sejamos mais as mesmas. Porquê, porquê isto tudo? Nós prometemos que estes km’s não iriam atrapalhar… E sabes o que eu acho? Aliás, o que eu não acho. Eu não acho que seja só a distância física a atrapalhar; acho que é mesmo a outra distância, sabes? A outra. Aquela que nunca houve entre nós e que ultimamente tem havido em quantidade exagerada. Esta distância dói mais em mim, do que aquela física. Eu sei, pequena, eu sei que a física dói em mim, tanto quanto dói em ti. Mas e esta? Também dói em ti, tanto assim? É. Eu sei que sou um tanto orgulhosa quando se trata em falar contigo depois de uma simples discussão; depois de me teres magoado. Perdoa-me. Mas é que às vezes tu pareces não te importar mais com os meus problemas (…) Lembras-te quando eu te contava segredos, que por mais chatos que fossem tu sempre ouvias? Por que agora não fazes mais isso? Eu ando precisando tanto de ti (…) Eu ainda choro por ele e onde estás tu para me dizeres, como sempre dizias: “Não chores mais por aquele idiota.”? Sabes por quem eu mais choro? Por ti, pequena. Já não tens mais paciência pra mim? Já não precisas mais da tua melhor amiga? Eu sempre lembro de ti. Sempre lembro aquelas vezes que tu me esperavas depois de eu chegar da escola; sempre lembro como toda a gente nos achava completamente idiotas quando fazíamos todas aquelas coisas sem sentido; sempre lembro como nos tratávamos mal, mesmo sabendo que não conseguiríamos viver uma sem a outra. Mas também lembro as vezes que tu não estiveste quando eu chorei; quando eu precisei; quando eu tentei contar algo que me magoava, ou algo que me deixou feliz no meio de toda a minha dor e tu começaste a falar dos teus problemas sem me deixar terminar. Desculpa-me se estou a ser egoísta, mas eu preciso tanto de ti. Isso dói, mas enfim. Não importa (…) Como andas, pequena? Tens chorado por ele, também, ou andas bem? Eu volto a dizer o que sempre disse: Não te iludas. Ele não merece cada lágrima que tu derramas por ele. E olha, se dói em ti, dói cem vezes mais em mim (…) Apesar de tudo o que anda a acontecer connosco ainda és tu. E eu sinto ciúmes delas. Delas que sempre falam contigo; que sempre sabem das tuas coisas, dos teus segredos. Delas que estão sempre contigo fisicamente. Sou idiota, mesmo. Mas fala, o que aconteceu connosco? Tu imaginas, só assim por acaso, os tantos planos que faço para quando estivermos juntas novamente? Tu imaginas o quanto eu quero isso? Tu imaginas a minha vontade de te ter aqui, como antes? Eu amo-te, minha pequena. Minha vida. Minha melhor amiga. Minha mais que tudo
São coisas que ...
domingo, 2 de outubro de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
por um momento parei de ser,
quem eu queria que eu fosse, comecei a ser quem eu realmente sou, percebi que não se deve parar pra levar discuções à sério. É perca de tempo, quando alguém me contesta, não disperta mais minha raiva, simplismente aprendi que críticas só servem para esvaziar a mente, por isso prefiro dispensá-las, prefiro gastar meu tempo com coisas boas, falando palavras sinceras, espalhando bom humor e energias positivas por aí, enxergar a vida de um jeito bem mais doce é muito mais emocionante. Atrás de cada pensamento ruim se esconde o desejo de ser feliz, felicidade a gente conquista através do que somos e do que fazemos, não tente ser o que você não é, não se iluda com uma vida cheia de promessas tentadoras. Depois de MUITO, eu aprendi isso, e agora sim, posso dizer que sou feliz.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
inspire-se no Bob Sponja ,
Seja idiota, doido, irritante, inocente, bobo, estranho… Contanto que você esteja bem, que tenha amigos de verdade.

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